lunes, 23 de noviembre de 2009

La ignominia



Como simples insectos, los golpistas de la farsa partidista salen a las calles, hacen sus caravanas de cierre, intentan transmitir la algarabía de los lobotomizados.
Vamos llegando a casa y escuchamos que se aproximan sonando sus bocinas. Calculamos un poco; los bloques están desiertos pero no retrocedemos. Mayra y yo comenzamos a gritarles ¡golpistas! ¡cómplices! ¡asesinos!, y así, sin más, todos los bloques salen a acompañarnos para crearles a los pobres proselitistas el túnel de la ignominia.
Nadie calla. Los chavitos que nunca pensamos en orden de repulsa, gritan a coro, frenan el impulso de las polillas ante la bombilla... quiebran las bombillas a puro rechazo.
No, no se fue en blanco este día. El país de la maravillas ya no existe.
F.E.

1 comentario:

Penetralia dijo...

Fabrício: peça aos companheiros para protestarem contra esse político brasileiro, José Serra:

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo nesta segunda-feira, José Serra (PSDB) diz que a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil é "desconfortável" e "indesejável". O governador de São Paulo chama o líder iraniano de ditador que foi "reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas". Ahmadinejad chega a Brasília nesta manhã.

"Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes", diz o tucano. Segundo Serra, os opositores ao governo Ahmadinejad são presos, torturados, sexualmente violentados e, algumas vezes, condenados à morte "em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas".

Serra compara a situação iraniana com a vivida por Honduras: "como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente?"

O político ainda afirma que o ministro da Defesa iraniano, Ahmad Vahidi, é procurado pela Interpol devido a um atentado no centro comunitário judaico em Buenos Aires em 1994, que causou a morte de 85 pessoas.

"Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico", disse.

O governador de São Paulo afirma ainda que Ahmadinejad é o "mais tristemente célebre negador do Holocausto". "O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?", diz o tucano.