sábado, 19 de septiembre de 2009

Nuevo asesinato

EL MAGISTERIO HONDUREÑO SE ENCUENTRA NUEVAMENTE DE LUTO

COMPAÑEROS, AMIGOS Y CAMARADAS

La impunidad no la podemos permitir , no es posible que en nuestro país se siga dando este tipo de situaciones.
Hoy fue encontrado muerto en Talanga municipio de Francisco Morazán, cerca de Tegucigalpa el COMPAÑERO FÉLIX MURILLO con
signos de tortura.
Su cuerpo fue ingresado a la morgue del Hospital Escuela como desconocido, para refrescar un poco la memoria el compañero Felix era
uno de los testigos en el caso de la muerte del Profesor ROGER VALLEJO.


PEDIMOS JUSTICIA PARA NUESTROS COMPAÑEROS
NI PERDÓN, NI OLVIDO

3 comentarios:

Penetralia dijo...

Viva Zelaya, nuestro Joao Goulart!

RICARDO GOZZI - Agencia Estado

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SÃO PAULO - O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, retornou hoje ao país e está abrigado na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, confirmou uma funcionária da representação diplomática em breve conversa por telefone com a Agência Estado.



Segundo relatos iniciais de agências internacionais, Zelaya estaria na representação da Organização das Nações Unidas (ONU) na capital hondurenha, mas a informação foi posteriormente desmentida pela entidade.



Logo depois, em conversa por telefone, uma funcionária da embaixada brasileira em Tegucigalpa confirmou a presença de Zelaya na representação diplomática, mas recusou-se a fornecer mais detalhes.



À agência Dow Jones, a mulher de Zelaya, Xiomara Castro, disse que Zelaya retornou secretamente a Honduras para retomar o diálogo com o governo golpista e confirmou que ele se encontra na embaixada brasileira.

Penetralia dijo...

Fabricio, veja o que dizem nossos jornalistas:

Link permanente Afinal, quem está certo em Honduras? E como o Brasil entrou na bagunça?
por Gustavo Chacra, Seção: Geral 18:28:17.

O Brasil aparentemente foi pego de surpresa pela chegada do presidente deposto, Manuel Zelaya, a Honduras. Ao menos foi o que o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, acabou de dizer em entrevista na missão brasileira nas Nações Unidas aqui em Nova York. O chanceler afirmou que uma deputada entrou em contato com o encarregado de negócios da Embaixada em Tegucigalpa dizendo que a mulher de Zelaya queria conversar com ele. Em seguida, ela avisou ao diplomata que o presidente deposto estava nos arredores. Minutos depois, com a autorização de Brasília, Zelaya entrou na Embaixada.

Estive em Honduras por três semanas cobrindo a deposição de Zelaya e fui agora à entrevista. Parecem dois mundos distintos. A maior parte do Parlamento, os dois principais partidos, a Suprema Corte, a Igreja Católica (forte em Honduras), os evangélicos, os jornais, os dois principais candidatos presidenciais e as Forças Armadas defendem o governo de fato de Roberto Michelletti.

Zelaya argumenta ter sido vítima de golpe. Já os governantes e todos os setores acima citados dizem que foi respeitada a Constituição. O texto é claro ao dizer que a Suprema Corte pode retirar os poderes do presidente caso ele tente alterar a Constituição. Não existe processo de impeachment, como no Brasil ou nos Estados Unidos. Zelaya convocou um plebiscito para uma consulta sobre uma mudança constitucional. Os juízes e o Exército entenderam que era uma tentativa de reforma e removeram o presidente, que foi colocado em um avião e expulso de Honduras. Em seu lugar, assumiu o presidente do Congresso, ironicamente pertencente ao mesmo partido.

Amorim concorda integralmente com a visão de Zelaya e chama todo o tempo os eventos em Honduras de golpe. Diz não reconhecer de forma alguma o governo de fato. O governo do Brasil, segundo ele, não conversará com Michelletti e as autoridades hondurenhas a não ser para temas como a coleta de lixo. Zelaya foi eleito como moderado, mas, durante o seu mandato, radicalizou o discurso e se aproximou de lideranças populistas como Hugo Chávez, Daniel Ortega, Rafael Correa e Evo Morales.

Fabricio Estrada dijo...

Todo es tan frívolo cuando no hay razones ni sangre de por medio. La cirugía es tan normal por estos días sin reconocer en absoluto que HOnduras hasta ahora se libera de tanto silencio y represión de décadas.